Como Kosei Inoue está mantendo o ritmo da equipe japonesa para os Jogos do Rio 2016

O judoca campeão olímpico, Kosei Inoue, hoje técnico da seleção masculina de judô do Japão, está determinado a ajudar a equipe a manter o ritmo e restaurar o status de potência mundial do esporte.

O judô sempre foi um fornecedor confiável de medalhas olímpicas para o Japão desde que o esporte foi incluído oficialmente nos Jogos de 1964 em Tóquio. Mas essa hegemonia vacilou há quatro anos nos Jogos Olímpicos de Londres e, pela primeira vez na história, os homens do Japão não conseguiram ganhar uma medalha de ouro em nenhuma categoria de peso.

Em uma entrevista recente ao jornal The Japan Times, Inoue comenta sobre o fardo da tarefa de ser técnico agora, e afirma que está otimista e pronto para “mudar as coisas” que forem necessárias. Clique aqui e leia a matéria na íntegra (em inglês).

É impressionante a humildade com que ele trata do assunto ao falar sobre a situação que está o judô japonês hoje em comparação com o judô mundial, principalmente pela experiência que teve conhecendo de perto o método de treinamento europeu.

Inoue diz que o estilo japonês de judô esteve focado mais em quantidade do que qualidade, tentando incutir uma mentalidade forte. Mas na Europa, o que Inoue descreve como “o mainstream do judô hoje”, os judocas treinam de forma mais eficiente.

– The Japan Times

 No mesmo assunto ele também afirma:

“O mundo está progredindo rapidamente. Você tem que estar ciente disso “, disse Inoue. “Judô do Japão tem vindo a tentar fazer as coisas à sua maneira, como se o Japão fosse o princípio e o fim de tudo.”

E continua:

“Um equilíbrio entre eficiência e ineficiência e um equilíbrio entre as coisas científicas e não científicas – você tem que olhar para isso, caso contrário, não há nenhum progresso para o nosso jogo”, disse Inoue. “Nós mudamos nossa mentalidade nesta direção.”

Com um discurso humilde, mas mantendo a firmeza na preparação, Inoue e sua equipe vão buscar o ouro nestas olimpíadas dando o melhor de si, com toda certeza.

Será que eles serão a pedra no sapato da equipe brasileira nestes Jogos?

Veremos!

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